ATÉ BREVE
Saio da sala
Com duas palavras me despeço
Beijo amor
(como meu coração me dissesse)
Foi-se embora o momento
A dura pena dormiu
No sangue doce adrenalina fagulha
Adornado pela emoção e razão
Aprofundado vazio a discutir o assunto
A fome que tive o âmago estrelado
Querem sempre experimentar o 'eu'
(o que será este sujeito)
O profissional amarelado do tempo
Velho meu, afinal já passou os quarenta
Ao meio-dia contei as linhas
Que em documento nenhum vi
Ainda é melhor ter amizade
Não sei se é útil ou agradável
Pois incomodo algum não há
E agora espero o momento
A tecla o único jeito de te tocar.
PLACAR DE JOGOS
sexta-feira, 29 de abril de 2011
POESIA CIDADE
Meu canto na poesia é nada
Minha poesia no canto é tudo
É suor, cor, amor e paixão
É o que você quiser que seja
Cantaria o canto a poesia em prosa
A poesia cantada virou encanto
Prantos surgia em todo canto
Berra o sufoco do louco canto
A camisa de força dos versos
Não faço da poesia um pânico
Nem tão pouco o estupro do vulnerável
Mas se extrai do útero da mãe estuprada
Do doente remediado
Do cântico lírico entre o fígado e a cirrose
A trilogia da vida na dimensão do terrível
Consumado ato do cabeça-de-bagre
Hospício criado na imaginação
A palavra virtuada distorcida fração
Pervertida maconha da inanição
Menino que chora, lamúrias sem dó
Quiseram hino da minha poesia
Os espertos da esquina conspiravam
Dia e noite a luz do esquecimento
Minha poesia se fez pátria
Do encarcerado ao veado moribundo
No canto das raias coloridas
O beijo da morte o pegou
O silêncio da aglomeração ressurgiu
O dedo em riste imperou o descaso
Sem crédito a cicatriz da mordaça
Estrangulada caricia, palavras rasgadas
É a lei do maníaco, vista do arpoador
Conjecturas, o ventre livre da preservação
Os sinos da cidade, a mulher na contra-mão
Um tiro no escuro no altar da salvação.
Paulo Roberto Emidio
Minha poesia no canto é tudo
É suor, cor, amor e paixão
É o que você quiser que seja
Cantaria o canto a poesia em prosa
A poesia cantada virou encanto
Prantos surgia em todo canto
Berra o sufoco do louco canto
A camisa de força dos versos
Não faço da poesia um pânico
Nem tão pouco o estupro do vulnerável
Mas se extrai do útero da mãe estuprada
Do doente remediado
Do cântico lírico entre o fígado e a cirrose
A trilogia da vida na dimensão do terrível
Consumado ato do cabeça-de-bagre
Hospício criado na imaginação
A palavra virtuada distorcida fração
Pervertida maconha da inanição
Menino que chora, lamúrias sem dó
Quiseram hino da minha poesia
Os espertos da esquina conspiravam
Dia e noite a luz do esquecimento
Minha poesia se fez pátria
Do encarcerado ao veado moribundo
No canto das raias coloridas
O beijo da morte o pegou
O silêncio da aglomeração ressurgiu
O dedo em riste imperou o descaso
Sem crédito a cicatriz da mordaça
Estrangulada caricia, palavras rasgadas
É a lei do maníaco, vista do arpoador
Conjecturas, o ventre livre da preservação
Os sinos da cidade, a mulher na contra-mão
Um tiro no escuro no altar da salvação.
Paulo Roberto Emidio
PITADA DE FOGO
Onde está teu fogo? É o jogo!
Encontrar o beijo de suas lembranças
Sentir o gosto lascívia escondida
Emoção e coração cheio de tesão
Aflora a sedução sentida libido
Um cordel menestrel do cheiro do amor
O sangue que corre da veia explosão
Sentimentos encantados gozo e dor
Prazer o cio da terra que evolui
A bambeza nas pernas se entregar
Quadris que se tocam
Aventura do orgasmo paladar
Aguça a leveza do ser
E no embalo frenético, pasmem
Aconteceu, perdeu-se a virgindade a flor
E o colibri sorrindo foi embora
Com o precioso néctar do amor.
Paulo Roberto Emidio
Encontrar o beijo de suas lembranças
Sentir o gosto lascívia escondida
Emoção e coração cheio de tesão
Aflora a sedução sentida libido
Um cordel menestrel do cheiro do amor
O sangue que corre da veia explosão
Sentimentos encantados gozo e dor
Prazer o cio da terra que evolui
A bambeza nas pernas se entregar
Quadris que se tocam
Aventura do orgasmo paladar
Aguça a leveza do ser
E no embalo frenético, pasmem
Aconteceu, perdeu-se a virgindade a flor
E o colibri sorrindo foi embora
Com o precioso néctar do amor.
Paulo Roberto Emidio
POLÍTICO, O PODER DE MATAR
Pra que começar o espetáculo
Se o coelho fugiu da cartola?
Televisão agora é cores, tempo, dinheiro
passou de mera ilusão, LCD, LED ou coisa e tal
O automóvel é expressão popular
Móveis alegorias ou super ego
Um bíblia, as prestações
Um caso sinistro vira tumulto
Oculto SERASA ou Banco Central
A modéstia, o lado da ignorância
Miséria, lamento periferia cidade
Cobre-se o indigente com o jornal e ante ontem, casualidade
Cães que não se castram
viram o lixo por necessidade
O leito do rio agora é putrefação
O rato da esquina pichador 163
Ilesa poluição em evolução pluralidade
Abracadabra já não se houve, falsidade
E o camelô já não tem tanta autenticidade
O poder embalou o crime em seus shoppings de fachada
A sirene da discórdia da autoridade
Foi direto pra latrina, agora é sinal de números da mentira
Escondendo ou omitindo a verdade
E o povo como sempre morrendo, morrendo na cidade.
Paulo Roberto Emidio
Se o coelho fugiu da cartola?
Televisão agora é cores, tempo, dinheiro
passou de mera ilusão, LCD, LED ou coisa e tal
O automóvel é expressão popular
Móveis alegorias ou super ego
Um bíblia, as prestações
Um caso sinistro vira tumulto
Oculto SERASA ou Banco Central
A modéstia, o lado da ignorância
Miséria, lamento periferia cidade
Cobre-se o indigente com o jornal e ante ontem, casualidade
Cães que não se castram
viram o lixo por necessidade
O leito do rio agora é putrefação
O rato da esquina pichador 163
Ilesa poluição em evolução pluralidade
Abracadabra já não se houve, falsidade
E o camelô já não tem tanta autenticidade
O poder embalou o crime em seus shoppings de fachada
A sirene da discórdia da autoridade
Foi direto pra latrina, agora é sinal de números da mentira
Escondendo ou omitindo a verdade
E o povo como sempre morrendo, morrendo na cidade.
Paulo Roberto Emidio
EU E A CIDADE
Se há flor na cidade
Sétimo céu da caridade
O espelho que versa o sol da idade
Lágrimas a têmpera do amor
As cordas de forças iluminam meu ser
Deus testemunha dos sonhos e esperança
Rajada de cores do olhar que me corta
A lâmina fria do acontecimento
Afastou a amargura da sombra que fui
Não cabe sofrer na imersão da dor
No flagelo do tormento e depois padecer
Lembrar do passado aquilo que não fez
Se desfaz do engano cão vadio
Me lança profunda esperança tardia
É o sono que chega com tua perfídia
Quebrei o ciclo da covardia, mordo e assopro.
Paulo Roberto Emidio
Sétimo céu da caridade
O espelho que versa o sol da idade
Lágrimas a têmpera do amor
As cordas de forças iluminam meu ser
Deus testemunha dos sonhos e esperança
Rajada de cores do olhar que me corta
A lâmina fria do acontecimento
Afastou a amargura da sombra que fui
Não cabe sofrer na imersão da dor
No flagelo do tormento e depois padecer
Lembrar do passado aquilo que não fez
Se desfaz do engano cão vadio
Me lança profunda esperança tardia
É o sono que chega com tua perfídia
Quebrei o ciclo da covardia, mordo e assopro.
Paulo Roberto Emidio
TEIMO EM ATIRAR
O peito da faca esvai-se
Os olhos do medo sucumbe
Os óculos escuros me expõe
Fico aqui enrolando a bandeira
A garganta e o nó, duelo
As palavras que correm
No contorno as desculpas
A boca do céu sem diafragma
O trinco da porta, perdão
O ar que liberta, corrente sã
A poeira e o ventos bons tempos
O cisco que existe no teu olhar
Na esquina da sorte, mão estendida
O velho realejo desperta a cigarra
No desenho do céu, li seu horóscopo sozinho
Na estrada vi estrelas, lembrei de você
Na reta o corpo esguio tirei
A culpa da vida, escapou da sessão
O malandro rapaz se dissipou
Deu cabo a faca, fez sinal de aflição
Aquela bonita mulher sonhei
Uma dança colada emoção
De dentro dos olhos saiu toda crença
Ante a vergonha morta lembrança
A arma que tive, um tiro no pé
Desesperança não é...
Vingança é dita cegueira
O porte e a licença, o início ou fim?
Paulo Roberto Emidio
Os olhos do medo sucumbe
Os óculos escuros me expõe
Fico aqui enrolando a bandeira
A garganta e o nó, duelo
As palavras que correm
No contorno as desculpas
A boca do céu sem diafragma
O trinco da porta, perdão
O ar que liberta, corrente sã
A poeira e o ventos bons tempos
O cisco que existe no teu olhar
Na esquina da sorte, mão estendida
O velho realejo desperta a cigarra
No desenho do céu, li seu horóscopo sozinho
Na estrada vi estrelas, lembrei de você
Na reta o corpo esguio tirei
A culpa da vida, escapou da sessão
O malandro rapaz se dissipou
Deu cabo a faca, fez sinal de aflição
Aquela bonita mulher sonhei
Uma dança colada emoção
De dentro dos olhos saiu toda crença
Ante a vergonha morta lembrança
A arma que tive, um tiro no pé
Desesperança não é...
Vingança é dita cegueira
O porte e a licença, o início ou fim?
Paulo Roberto Emidio
O TEMPO E O VENTO
A fuligem e o tempo
No impenitente céu
Na manhã dos mistérios
O segredo a esquerda do peito
O nó embrulhado presente
Passou na lembrança poética
Mente e sente o verso estilizado
O corpo entrelaça o acorde e cifra
Me afoga o soluço decreto do amor
A linguagem invisível da estrela
Velejam a sombra do naufragar
Cascatas de nuvens, lágrimas de Deus
O sono profundo que deponho só
Desejo que esquiva e acena na árvore da vida
Entre o ser e o nada
Mudo a consciência cicatriz abstrata
Vejo a promessa do instante seguinte
De soslaio a essência, o existir passar.
Paulo Roberto Emidio
No impenitente céu
Na manhã dos mistérios
O segredo a esquerda do peito
O nó embrulhado presente
Passou na lembrança poética
Mente e sente o verso estilizado
O corpo entrelaça o acorde e cifra
Me afoga o soluço decreto do amor
A linguagem invisível da estrela
Velejam a sombra do naufragar
Cascatas de nuvens, lágrimas de Deus
O sono profundo que deponho só
Desejo que esquiva e acena na árvore da vida
Entre o ser e o nada
Mudo a consciência cicatriz abstrata
Vejo a promessa do instante seguinte
De soslaio a essência, o existir passar.
Paulo Roberto Emidio
VOCÊ
Pele rosada, macia que seduz
Olhar que refina meu desejo
Acalenta meu corpo no seu
Me cobre com o doce sabor do beijo
A fala um sussurro verdejante
Atrofia o silêncio e me toca no íntimo
Sugere-se o êxtase total
O doce néctar da flor
É sonho, fantasia real do sentido
Cura desmedida que se refaz
Entre as entranhas do contentamento
Encontro do ponto 'G', bem e mal
É a roda moinho das estações
Que põe os ventos na rota do seu brilho
Me acalma e alicia o sol da manhã
Aguça o libido da razão
O beijo ardente da emoção
Silêncio que ofusca a sensação
Abrasa a mutação de saliva e lascívia
Fecunda matriz da tentação.
Paulo Roberto Emidio
Olhar que refina meu desejo
Acalenta meu corpo no seu
Me cobre com o doce sabor do beijo
A fala um sussurro verdejante
Atrofia o silêncio e me toca no íntimo
Sugere-se o êxtase total
O doce néctar da flor
É sonho, fantasia real do sentido
Cura desmedida que se refaz
Entre as entranhas do contentamento
Encontro do ponto 'G', bem e mal
É a roda moinho das estações
Que põe os ventos na rota do seu brilho
Me acalma e alicia o sol da manhã
Aguça o libido da razão
O beijo ardente da emoção
Silêncio que ofusca a sensação
Abrasa a mutação de saliva e lascívia
Fecunda matriz da tentação.
Paulo Roberto Emidio
SENSIBILIDADE
Fui assediado pelos ventos da saudade
Memórias de um amor platônico
Santo remédio da alma
Sedução caixa de saída um lacre
Poeiras sucumbidas, véu de sabores
Gosto do gosto na prateleira da vida
Morte súbita sonhos de amor
Lista a sacola da feira só besteira
Busco no canto a soleira a me olhar
Verdes prantos lá no horizonte
A janela da alma é figurante
Penteia as raizes, pedaços, cicatrizes do norte
Alisa o reflexo do meu eu
Sensação de impotência
Dor, ilusão, solidão
E dos olhos saltam para a ficção
O crepúsculo virou lua nova
E num conto de fadas se fez rei
Alguém que espera a salvação
Pelo sim e pelo não redenção.
Paulo Roberto Emidio
Memórias de um amor platônico
Santo remédio da alma
Sedução caixa de saída um lacre
Poeiras sucumbidas, véu de sabores
Gosto do gosto na prateleira da vida
Morte súbita sonhos de amor
Lista a sacola da feira só besteira
Busco no canto a soleira a me olhar
Verdes prantos lá no horizonte
A janela da alma é figurante
Penteia as raizes, pedaços, cicatrizes do norte
Alisa o reflexo do meu eu
Sensação de impotência
Dor, ilusão, solidão
E dos olhos saltam para a ficção
O crepúsculo virou lua nova
E num conto de fadas se fez rei
Alguém que espera a salvação
Pelo sim e pelo não redenção.
Paulo Roberto Emidio
VISIONÁRIO
Expostas feridas, nuâncias de fé
O cilio que existe no campo partilha
É semente do riso que sol plateia
Resumo do imaculado canto, o olhar
Desperta a flor da colina, alcançar
A alma, o vento, sonhos, serei
Química perfeita, o bem-querer
No altar o silêncio da emoção
Ressuscita o sussurro do monte
Longíquas alcovas do imaginário
O indulto da revelação
Estação, o sino da salvação
Recobriu-se na indulgência do movimento
O sofrimento esquecido no degelo da consciência
Esperança é o lapso do inconcebível
Nasce, morre e afugenta o arco-íris
Luzes, cores, cinzas da ribalta
Aflora o vermelho tinto da noite
Horizonte perdido, manto e pranto
Dilacera a divina concepção
Destino amordaçado e ponto final.
Paulo Roberto Emidio
O cilio que existe no campo partilha
É semente do riso que sol plateia
Resumo do imaculado canto, o olhar
Desperta a flor da colina, alcançar
A alma, o vento, sonhos, serei
Química perfeita, o bem-querer
No altar o silêncio da emoção
Ressuscita o sussurro do monte
Longíquas alcovas do imaginário
O indulto da revelação
Estação, o sino da salvação
Recobriu-se na indulgência do movimento
O sofrimento esquecido no degelo da consciência
Esperança é o lapso do inconcebível
Nasce, morre e afugenta o arco-íris
Luzes, cores, cinzas da ribalta
Aflora o vermelho tinto da noite
Horizonte perdido, manto e pranto
Dilacera a divina concepção
Destino amordaçado e ponto final.
Paulo Roberto Emidio
QUEBRA-CABEÇAS
Recolho as pétalas do tempo
Imposta condição da insensatez
Perjúrio sinistro medo nú
O divã escondido em cada olhar
Suspiro da mente intenção
O crédito aquebrantado elo
Virtude a espreita da solidão
Foi-se embora o sentido do nunca
Acontecerá o orvalho ao lírio
Eis que acorda o veneno
O desdém do inesperado
Visão noturna do apagão
É o fim da hipocrisia
Desnudo e absurdo luto
Incoerência do agora
O morteiro perdido, pôs fim a mísera intolerância
Silenciou a mistério andante
O vínculo oculto da vida
Criou-se a via de mão-dupla
Sinais da existência, noutro plano fundiu-se a quimera.
Paulo Roberto Emidio
Imposta condição da insensatez
Perjúrio sinistro medo nú
O divã escondido em cada olhar
Suspiro da mente intenção
O crédito aquebrantado elo
Virtude a espreita da solidão
Foi-se embora o sentido do nunca
Acontecerá o orvalho ao lírio
Eis que acorda o veneno
O desdém do inesperado
Visão noturna do apagão
É o fim da hipocrisia
Desnudo e absurdo luto
Incoerência do agora
O morteiro perdido, pôs fim a mísera intolerância
Silenciou a mistério andante
O vínculo oculto da vida
Criou-se a via de mão-dupla
Sinais da existência, noutro plano fundiu-se a quimera.
Paulo Roberto Emidio
OUTONO
Traços e entravos do cotidiano
Vida sofrida, imposta doutrina
Escolha ilibada no compasso da dor
A comida enlatada que tive clamor
Desatina e me rende ao vasio poço
Não me esqueço, estabeleço os sentidos
Ainda sonho com o cordel já lido
Desmedida linha do imaginável
O conforto de mãe me sobrepõe
Aparado pela mão que acaricia
Nuvens em brancas plumas sorriem
Instante da vida que eternizo
Vão-se as evidências do bem querer
Escrito na areia do deserto mar
Funde-se a emoção e a razão
Que produz a sensação do equilíbrio
Algozes gametas da solidão
Que permeiam qualquer ilusão
Sentimentos profundos, pelo sim e não
Nos leva a rotina da servidão
Luzes que acendem a mutação
Narra a alma gêmea do teu ser
Tênue firmamento do existir
Que inicia a cada novo dia.
Paulo Roberto Emidio
Vida sofrida, imposta doutrina
Escolha ilibada no compasso da dor
A comida enlatada que tive clamor
Desatina e me rende ao vasio poço
Não me esqueço, estabeleço os sentidos
Ainda sonho com o cordel já lido
Desmedida linha do imaginável
O conforto de mãe me sobrepõe
Aparado pela mão que acaricia
Nuvens em brancas plumas sorriem
Instante da vida que eternizo
Vão-se as evidências do bem querer
Escrito na areia do deserto mar
Funde-se a emoção e a razão
Que produz a sensação do equilíbrio
Algozes gametas da solidão
Que permeiam qualquer ilusão
Sentimentos profundos, pelo sim e não
Nos leva a rotina da servidão
Luzes que acendem a mutação
Narra a alma gêmea do teu ser
Tênue firmamento do existir
Que inicia a cada novo dia.
Paulo Roberto Emidio
RENASCIMENTO
O chute no ar me fez lembrar
Que as cordas do vento silenciaram
Corrente ao simbilar se foram
Pelas veredas deste teu olhar
Sangue segue a rotina da vida
Emerge do íntimo o bom amigo
Mordaça estranha a magia lua
Elogios que o céu em véu escreveu
Nas esquinas surgem os pensamentos
Traduzido no leito, é preciso remar
Sob as águas dos olhos despertos
Lágrimas de chuva pra te amar
Estreito caminho da civilidade
Saudade escondida nos sonhos
Derrube as barreiras do riso
Encanto sofrido por qualquer um
Versos concebidos do inconsciente
O verde de jade, esperança insólita
Acordo dos anjos e trombetas
Anuncio do bem anterior
Nasce a semente do espelho
Ao sopro mágico do inconcebível
Mácula arrebatada do coração
Vida que aflora do eterno.
Paulo Roberto Emidio
Que as cordas do vento silenciaram
Corrente ao simbilar se foram
Pelas veredas deste teu olhar
Sangue segue a rotina da vida
Emerge do íntimo o bom amigo
Mordaça estranha a magia lua
Elogios que o céu em véu escreveu
Nas esquinas surgem os pensamentos
Traduzido no leito, é preciso remar
Sob as águas dos olhos despertos
Lágrimas de chuva pra te amar
Estreito caminho da civilidade
Saudade escondida nos sonhos
Derrube as barreiras do riso
Encanto sofrido por qualquer um
Versos concebidos do inconsciente
O verde de jade, esperança insólita
Acordo dos anjos e trombetas
Anuncio do bem anterior
Nasce a semente do espelho
Ao sopro mágico do inconcebível
Mácula arrebatada do coração
Vida que aflora do eterno.
Paulo Roberto Emidio
VAGOS PENSAMENTOS
A faca insiste entrar no peito
Os olhos negligenciam o medo
A sombra dos óculos me expõe
Ao cálculo da vida de bobeira
A garganta santas palavras
Ao correr dos olhos teus
me contorna e alardeia
O diafragma da ilusão
A porta entre-aberta perpetua
A lúdica e liberta clava forte
Os ventos que conduzem nossa sina
Levanta o eco do amor e paz.
Paulo Roberto Emidio
Os olhos negligenciam o medo
A sombra dos óculos me expõe
Ao cálculo da vida de bobeira
A garganta santas palavras
Ao correr dos olhos teus
me contorna e alardeia
O diafragma da ilusão
A porta entre-aberta perpetua
A lúdica e liberta clava forte
Os ventos que conduzem nossa sina
Levanta o eco do amor e paz.
Paulo Roberto Emidio
UMA FLOR NO ASFALTO
A flor que me prende, assopra a dor
As cores do arco-íris eterno amor
O adorno do riso te olhar
O suspiro do vento versa o destino
É a sina de quem fica
Lamnto na esquina desatino
O choro contido no olhar da emoção
É sonho e sorte, coração
Paira o canto sentido céu e mar
Marcas deixadas na areia do esquecimento
Reflexo de tudo aquilo que vivi.
Paulo Roberto Emidio
As cores do arco-íris eterno amor
O adorno do riso te olhar
O suspiro do vento versa o destino
É a sina de quem fica
Lamnto na esquina desatino
O choro contido no olhar da emoção
É sonho e sorte, coração
Paira o canto sentido céu e mar
Marcas deixadas na areia do esquecimento
Reflexo de tudo aquilo que vivi.
Paulo Roberto Emidio
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