A faca insiste entrar no peito
Os olhos negligenciam o medo
A sombra dos óculos me expõe
Ao cálculo da vida de bobeira
A garganta santas palavras
Ao correr dos olhos teus
me contorna e alardeia
O diafragma da ilusão
A porta entre-aberta perpetua
A lúdica e liberta clava forte
Os ventos que conduzem nossa sina
Levanta o eco do amor e paz.
Paulo Roberto Emidio
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