Pra que começar o espetáculo
Se o coelho fugiu da cartola?
Televisão agora é cores, tempo, dinheiro
passou de mera ilusão, LCD, LED ou coisa e tal
O automóvel é expressão popular
Móveis alegorias ou super ego
Um bíblia, as prestações
Um caso sinistro vira tumulto
Oculto SERASA ou Banco Central
A modéstia, o lado da ignorância
Miséria, lamento periferia cidade
Cobre-se o indigente com o jornal e ante ontem, casualidade
Cães que não se castram
viram o lixo por necessidade
O leito do rio agora é putrefação
O rato da esquina pichador 163
Ilesa poluição em evolução pluralidade
Abracadabra já não se houve, falsidade
E o camelô já não tem tanta autenticidade
O poder embalou o crime em seus shoppings de fachada
A sirene da discórdia da autoridade
Foi direto pra latrina, agora é sinal de números da mentira
Escondendo ou omitindo a verdade
E o povo como sempre morrendo, morrendo na cidade.
Paulo Roberto Emidio
Nenhum comentário:
Postar um comentário